sábado, 28 de abril de 2012

Amores são como flores

Eu sei que é clichê, mas todos sabemos que é verdade. Eu não gosto de flores, as cheirosas não deveriam ser removidas da terra e as que já estão fora dela não cheiram bem; e também servem para presentear de saudar coisas que na maioria das vezes não são felizes. O amor é assim. Não é um sentimento feliz. É um sentimento degradante que seca como uma flor mas só que dentro de você, mesmo quando correspondido. Quando você acha que a outra pessoa também te ama não é o fim dos problemas, porque você exige mais dela e desconfia de tudo ao redor e isso o faz sofrer e definhar sozinho sem ter como se defender de si mesmo. Claro que nem tudo é sofrimento e solidão no amor, existem muitos tipos de amor; amor do qual não existe cobrança, não existe desconfiança, e nem ressentimento. O simples fato do outro viver já elimina todas as coisas ruins, mas esse tipo de amor geralmente é fraterno. O que eu quero dizer é que as flores são bonitas, o amor é quente mas tem quem não aprecie e quem adore, de qualquer forma deve se ter cuidado pois poderíamos muito bem deixá-lo lá como nasceu para que continuasse vivo e cheiroso ou então podemos arrancá-lo só para que seja feito um grande e bonito buquê, que de tão bonito não duraria e nem faria diferença se não tivesse existido.
Quando se há talento, não importa o que os outros digam, achem ou pensem ele deve ser cultivado e estimulado. Quando eu digo talento, estou me referindo á aquilo que gostamos de fazer, e não necessariamente somos bons, mas estamos sempre dispostos a aprender e é aquilo que naqueles momentos onde nada faz sentido, nos dá motivos pra continuar; é desse tipo de talento que estou falando. Se existe alguma outra pessoa que não gosta do que você faz ou quer que você faça outra, simplesmente a ignore. Pode ser sim que ela quer seu bem, para que você não faça nada errado, e você também precisa saber se certo aquilo que quer, mas isso vai da maturidade que você possui, mas aprecie e aprimore seus talentos, ele são aquilo que te farão viver.

married or not married

Porque no casamento para que seja eterno enquanto dure, deve ser feito um juramento para lavrar o compromisso ? A propósito, este mesmo juramento deve ameaçar-nos com coisas como prometa amar na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte nos separe? A morte deve ser encarada em um sentido relativo nessa questão, pois eu não preciso morrer para que meus sentimentos morram, deveria até que a morte do casamento nos separe e não morte física. Mas a questão não é essa, a questão é que porque para uma coisa tão séria e importante como o casamento deve se fazer tantas juras e ameaças quando na amizade, não é necessário nada disso e na maioria das vezes se a amizade é de fato real a morte física é quem separa as pessoas. A conclusão para tudo isso é que porque se casar com alguém por quem você não sente amizade? É o princípio básico do sentimento eterno, com um amigo podemos contar, podemos nos abrir sem medo do que ele pensaria, muito pelo contrario dependemos do que ele pensa, com um marido ou esposa não; existe medo de ser aquilo que realmente é. A amizade é o casamento da alma.

domingo, 1 de abril de 2012

Com o tempo, as pessoas vão mostrando quem realmente são, concorda?
Claro, afinal de contas umas se baseiam nas outras, porém até que ponto essa mudança é espontânea? Eu digo, as pessoas constroem valores e maneiras de viver ou pensar que acaba mudando elas mesmas, e as transformando numa coisa inesperada e após se dar conta elas não conseguem voltar atras.
Eu sei que ficou confuso, mas o que eu quero dizer é que com o tempo você espera certas coisas das pessoas que elas já não podem dar ou não querem mais para si e para evitar frustrações é importante que você as conheça. No caso se a pessoa vem demonstrando um padrão, pode-se definir que ela continuará assim, e que talvez as coisas estavam boas porque não tinha outra maneira, quando existe uma segunda opção nós descobrimos o que realmente a outra pessoa quer de verdade com você, de você e para você.