Chega um momento que seu coração está tão remendado que já não há mais gase, bandaid ou sutura que cure a ferida.
De tantos pequenos hábitos que só arranham o dito cujo, chega um momento que arranhão em cima de arranhão forma um corte profundo metade cicatrizado metade fresco. Mas aí uma nova ferida apenas intensifica a dor juntando todos os machucados deixando cada batida uma martelada nele mesmo.
Encaremos o "eu te amo" como um sopro, uma tentativa de sarar a dor, como se por exemplo você tivesse um membro decepado e alguém viesse soprar pra ver se sara, não faz sentido.
Quando uma pessoa finalmente se dá conta de que pequenas atitudes vem machucando, ela não se dá conta de que todos esses arranhõezinhos já levaram a óbito o coração, e que não há nada a fzer para que se recupere o sentimento falecido.

Também já usei essa figura no meu blog, traduz perfeitamente meus sentimentos...
ResponderExcluirÉ não dá pra escapar dela mesmo né.
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